O evangelho em tempos perigosos

Como esta geração poderá sustentar a fé até a volta do Senhor?

Alexis Vera

Leituras: 2 Timóteo 1:1-2; 1:14; 2:3, 8; 3:1, 14; 4:1, 5.

Na segunda epístola a Timóteo, Paulo deixa uma espécie de testamento, escrito não da relativa comodidade de uma prisão domiciliar, mas em uma escura e fedorento masmorra em Roma. Ele sabia que estava próxima a hora da sua partida, de maneira que esta carta nos mostra a profundidade do seu coração em relação ao ministério que Deus lhe tinha encarregado. É seu legado final a uma geração nova, as palavras de alguém que foi testemunha de uma visão particular de Jesus Cristo ressuscitado.

Aqui podemos discernir, em primeiro lugar, o sentido de uma tarefa cumprida. «Porque eu já estou para ser sacrificado, e o tempo da minha partida está próximo. Batalhei a boa batalha, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, está-me guardada a coroa de justiça, a qual me dará o Senhor, juiz justo, naquele dia; e não só a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda» (2 Tim. 4:6-8).

Paulo não está sofrendo pelo fato de sua rápida partida, mas tem o desejo de viver a experiência de participar até dos sofrimentos de Cristo, sendo semelhante a ele em sua morte.

O legado de Paulo

Há um segundo sentido profundo de transmitir o testemunho de Deus a uma nova geração. Não é casualidade que Paulo inicie a carta chamando Timóteo de «amado filho». O nome Timóteo significa «aquele que honra a Deus». Paulo está impregnado dessa paternidade espiritual. Ele sabia que Deus tinha separado Timóteo para ser depositário das riquezas do evangelho, e desejava que aquela glória fosse testemunhada na vida daquele jovem.

Hoje, é como se o Espírito Santo nos falasse diretamente: «Amados filhos», porque somos herdeiros do legado de uma soma de gerações ao longo da história da igreja. Hoje em dia há uma grande expectativa sobre nós. Somos uma geração privilegiada, que está em pé crendo no Senhor Jesus Cristo, recebendo as riquezas do evangelho nos últimos dias.

Podemos discernir a expectativa das gerações passadas, e de alguma maneira, dos céus, o próprio Senhor espera que sejamos diligentes em tomarmos a glória do evangelho, desfrutar das riquezas insondáveis de Cristo e testemunhar dele, preparando o caminho da sua volta.

Ameaças internas e externas

Que outro sentido teríamos de viver neste cenário? Viver para esperar a morte? Nossa esperança em Cristo não está apenas aqui. Conhecemos o tempo em que estamos vivendo, vemos como a apostasia está se levantando, e vemos um mundo em um estado de absoluta corrupção, decadência moral e espiritual, dando as costas para Deus. Haverá uma geração capaz de emitir o poder do evangelho tal como foi no primeiro século ou, ainda mais, de aplainar o caminho para a volta do Senhor?

«Também deve saber isto: que nos últimos dias virão tempo perigosos» (3:1). Estes tempos perigosos podem ser definidos por ameaças internas e externas. No contexto da carta se discerne ameaças internas no próprio coração de Timóteo. «Pelo qual te aconselho que avive o fogo do dom de Deus que está em ti pela imposição das minhas mãos» (1:6). Se Timóteo não respondesse a esta exortação, corria o risco de que o testemunho de Deus se extinguisse.

«Porque Deus não nos deu um espírito de covardia, mas de poder, de amor e de domínio próprio» (1:7). Se ele não avivar o fogo, o espírito não teria liberdade de expressão, e Timóteo, um jovem tímido, seria dominado pela covardia.

Nós somos a geração que recebeu todo o legado de fé na história, e, contudo, parecemos ser uma geração tímida. Satanás tenta convencer o mundo que os cristãos são ignorantes, carentes do fundamento do que hoje é o «deus da ciência», e que não têm uma razão de sua fé. Mas a Escritura diz que «aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação» (1 Cor. 1:21), e eis aqui a sabedoria de Deus: Cristo e sua cruz. Este evangelho transmite o conteúdo mais consistente, a maior luz através da qual podemos discernir o universo inteiro.

Nós temos uma relação vital com o Deus vivo. Por meio da manifestação divina através de Jesus Cristo conhecemos o propósito desta vida. Vimos coisas que o homem não consegue ver, expressões de amor, de perdão, de comunhão, em outro tempo desconhecidas, mas que Ele introduziu em nossos corações. Então, por que nos acovardar, se o nosso testemunho tiver o respaldo daquele que venceu a Satanás? Devemos nos apropriar do poder do evangelho.

Também havia ameaças no seio da igreja. «Todos os que estão na Ásia me abandonaram» (1:15). O livro de Atos relata que Paulo conseguiu evangelizar os habitantes da Ásia, de maneira que muitos vieram à fé do Senhor, particularmente os que estavam em Éfeso. Paulo está denunciando que muitos daqueles que um dia caminharam com ele, quando lhe viram na prisão, o abandonaram. É a tragédia de uma apostasia generalizada.

E as ameaças do mundo. «Também deves saber isto: que nos últimos dias virão tempos perigosos» (3:1). Há uma descrição do caráter dos homens deste último tempo. Destacamos toda esta situação contextual porque temos a convicção de que isto é um reflexo fiel dos nossos dias. Ao vermos a cristandade do tempo presente, descobrimos as mesmas ameaças internas e externas.

Paulo exorta a Timóteo

Então, como esta geração poderá sustentar o evangelho até a volta do Senhor? O que Deus requer de nós nesses dias? Nesta mensagem queremos abordar duas das quatro grandes exortações contidas nesta carta. Esta é a comissão do Espírito Santo à geração que será protagonista nos últimos dias: Guarda o evangelho, sofre o evangelho, persiste no evangelho e prega o evangelho.

Primeira exortação: «Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós» (2 Tim. 1:14). Segunda: «Tu, pois, sofre comigo como bom soldado de Jesus Cristo» (2:3). Terceira: «Mas tu permaneces no que aprendeste e te persuadiste, sabendo de quem tens aprendido» (3:14). Quarta: «Que pregues a palavra; que insistes a tempo e fora de tempo» (4:2).

Guardando o bom depósito

Vejamos a primeira delas. «Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós» (2 Tim. 1:14). A expressão «guardar», no original, significa proteger algo para que não sofra perda; fala de uma dedicação ou de um cuidado diligente. Em seguida diz «o bom depósito», e a expressão original «bom» é superlativa. Significa excelente, insuperável, precioso, admirável. Não é apenas bom, mas algo que assombra quem o recebe. Como diz Paulo, é uma «palavra fiel e digna de ser recebida por todos».

A palavra depósito indica uma coisa valiosa que é passada para a custódia de outra pessoa a quem se julga confiável. Qual é o conteúdo deste depósito? E quem é digno de confiança para receber este depósito? Este conteúdo pode ser expresso, segundo Efésios 3:8, dessa forma: «o evangelho das inescrutáveis riquezas de Cristo».

Essas riquezas insondáveis foram confiadas pelo Senhor Jesus pouco antes de ir para a cruz. Em sua oração, ele diz: «Pai, é chegada a minha hora … A glória que me deste, eu lhes tenho dado» (João 17:1, 22).

Quem são os destinatários que recebem este depósito de grande valor? Quem são os dignos de confiança que recebem a glória do próprio Deus? Jesus diz: «Pai, aqueles que me tens dado, quero que onde eu estou, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória» (João 17:24).

Isto expressa que Deus confia a glória de seu Filho a aqueles que Ele deu nas mãos de seu Filho. Quer dizer, Deus nos confia as riquezas de Cristo, mas nós somos confiados nas mãos do próprio Senhor Jesus. Porque ele diz: «aqueles que me tens dado», e em seguida: «A glória que me deste, eu lhes tenho dado».

Em seis ocasiões neste capítulo ele utiliza a expressão «os que me deste» ou «os que me tens dado», quer dizer, Jesus está reconhecendo que o Pai lhe deu um presente de amor.

O conteúdo deste dom de amor somos nós, que éramos homens mortos em delitos e pecados. Hoje somos lavados por Seu sangue, feitos aptos para participar da herança dos santos na luz; somos depósitos do Espírito de Deus, e agora apresentados como uma joia da graça de Deus. Este é o poder do evangelho, por isso não nos envergonhamos dele.

Qual é o propósito e a beleza do evangelho? Que o evangelho nos conduza à própria glória de Deus, que começa nela e termina nela. O homem é um objeto da misericórdia para que Deus revele a sua glória de maneira mais magnífica do que tinha sido antes da redenção, mediante a oferta de Cristo. A morte de Jesus faz brilhar a glória de Deus de uma forma muito maior, e a sua ressurreição faz brilhar a glória e a justiça de Deus de uma forma que o universo visível e invisível não conhecia antes. «Pai, aqueles que me tens dado, quero que onde eu estou, também eles estejam comigo».

Recuperando o que havia perdido

Há razão para a nossa timidez ou para o nosso desânimo? Perdemos a capacidade do assombro e de adoração? Quando foi a última vez que nos comovemos diante do Senhor e da sua obra? Quão duro está o nosso coração! O relâmpago de luz está irradiando dos céus, mas nós levantamos as barreiras da comodidade ou do entretenimento e perdemos essa devoção pela glória de Cristo.

Precisamos recuperar a devoção pela glória do Senhor. O evangelho não tem outro propósito a não ser conduzir homens simples à glória de Cristo, confiada ao coração da igreja. Parece que nós, a última geração deste tempo perigoso, temos sido negligentes com a nossa mais alta vocação de nos render e contemplar a Sua glória. Que ele desperte os nossos desejos por ele, que ele seja o objeto de nossa meditação de dia e de noite.

John Owen, um irmão do século XVII é autor de A Glória de Cristo, um maravilhoso livro de meditações em relação à pessoa e à obra de Jesus. Ele diz algo que chama profundamente a nossa atenção: que a medida de desfrute de nossa relação com a glória do Senhor no dia de sua volta está condicionada pelo quão habituados estamos hoje a viver em sua glória mediante a fé.

Jesus orou ao Pai dizendo: «…para que vejam a minha glória». Paulo diz que a glória de Deus resplandeceu em nosso coração. João disse: «Não podemos deixar de dizer o que temos visto e ouvido» (Atos. 4:20). Quer dizer, eles tinham um encontro particular com a glória do Senhor.

Todo aquele que teve uma experiência com o evangelho, teve um brilho da glória de Cristo em seu coração. O ponto é até que nível o cultivamos na presença do Senhor. No que ocupamos nossa mente diariamente? São as distrações do mundo que nos desviam a atenção e perdemos o único e grande foco pelo qual temos de viver, pensar e decidir?

Inclusive vivendo na atmosfera do evangelho, facilmente nos distraímos com outras coisas que não são o próprio Senhor Jesus Cristo. Até os serviços cristãos se transformam em uma distração. Paulo dizia: «Uma coisa faço» (Flp. 3:13). Voltar para a simplicidade de uma devoção plena por Cristo, nos levantar de manhã e ir aos seus pés, abrir as Escrituras e pedir ao Espírito Santo que nos mostre a face do Senhor.

Como podemos ser luminares no mundo nesta geração maligna e perversa, mas refletindo a glória do Senhor? Quando a sua glória é revelada, em todas as Escrituras é visto um efeito comum em quem a experimenta: Daniel cai prostrado diante da visão do Varão vestido de linho. Isaías declara: «Eu vi o Senhor», e em seguida diz: «Ai de mim! que sou morto» (Is. 6:1, 5). Pedro, naquela pesca milagrosa, diz: «Aparta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador» (Luc. 5:8). Saulo também a caminho de Damasco, onde o próprio Cristo aparece em uma visão celestial e o perseguidor é derrubado. E João em Apocalipse: «Quando o vi, caí como morto aos seus pés» (1:17).

Cada experiência com a glória do Senhor nos mostra quão diferente ele é de nós, quão santo, quão belo ele é. Contudo, ao reconhecer a nossa condição, a única coisa que podemos dizer é: «Ai, aparta-te de mim!». Mas há algo que nos surpreende nesses relatos: ao estarem eles derramados diante do Senhor, ele estende a sua mão e lhes diz: «Não temas», porque Deus está interessado em revelar a Sua glória.

Precisamos orar que o Espírito Santo abra um caminho em nosso coração para nos derramar diante do Amado. Ele está batendo a nossa porta para ter comunhão conosco. Deus fez tudo para que desfrutemos de sua glória e nós permanecemos impávidos, tendo perdido a maior vocação que não é pregar, mas desfrutar deste evangelho. Então o testemunho sairá dos nossos lábios com poder e convicção, respaldado pelo Espírito Santo.

Sofrendo pelo evangelho

«Tu, pois, sofre comigo como bom soldado de Jesus Cristo» (2 Tim. 2:3). É a segunda exortação a Timóteo. O fato de falar de sofrimento pode ser chocante para a nossa consciência, porque o grande paradigma da sociedade atual é a busca da felicidade, a comodidade, o luxo, a satisfação. Como é possível que o evangelho nos convide a sofrer? São palavras contrárias à lógica humana.

«Irá andando e chorando o que leva a preciosa semente; mas tornará a vir com regozijo, trazendo os seus feixes» (Sal. 126:6). Isso deve se cumprir em nossa geração. É um chamado para sofrer pelo evangelho. Se formos sinceros e analisarmos qual é o objeto dos nossos sofrimentos, se permitirmos que o Senhor examine o nosso coração, descobriremos que grande parte deles são por causa dos nossos pecados, por causa das nossas más decisões ou inclusive de situações que nem sequer deveriam nos fazer sofrer.

Eis aqui um motivo digno pelo qual somos chamados a sofrer e de que conhecemos pouco. É diferente sofrer por causa das circunstâncias que Deus prepara para trabalhar as marcas da cruz em nós. Pode envolver essas circunstâncias, mas esta dor está relacionada com sofrer quando damos testemunho. Neste sentido, podemos lembrar de muitas experiências ao longo da história da igreja.

Houve uma irmã do terceiro século chamada Perpétua, que pertencia a uma família rica de Cartago, que sendo recém-convertida foi condenada à prisão. Seu pai não era cristão, e usou as suas influências a fim de que ela pudesse retratar-se de sua fé e sair em liberdade. Ela era mãe de um bebê lactante, que ficaria órfão. Seu pai lhe disse: «Renuncie por amor de seu filho, e por misericórdia de mim e das minhas cãs». Ela respondeu: «Eu não posso negar aquilo que sou».

O Senhor teve ternos cuidados com ela, pois quando lhe tiraram o seu bebê, ele naturalmente deixou de mamar. O filho voltou para os cuidados da família e a jovem foi levada para ser devorada pelas feras. Cantando hinos ao Senhor, o seu testemunho converteu inclusive ao verdugo. Perpétua teve a convicção de que, até em sua morte, ela participaria do que Cristo padeceu.

No meio do avivamento morávio, conhecemos o relato de uns irmãos que, por irem pregar o evangelho em uma ilha onde os escravos eram levados, decidem deixar as suas famílias e vender-se como escravos para poderem ir para aquele lugar e conquistar almas para Cristo. Eles se fizeram escravos tal como foi o Senhor Jesus, servo de todos nós, e embarcaram naquela travessia para nunca mais voltar, por causa do evangelho. Sua pregação ressoa em nossos corações até o dia de hoje: «O Cordeiro que foi imolado é digno de receber a recompensa do seu sacrifício».

Tempo para nós?

Essas histórias transpassam o nosso coração, porque hoje não sabemos o que é sofrer por causa do evangelho. O profeta Ageu falando com povo entorpecido na obra de edificação, diz: «É para vós tempo, de habitar em suas casas forradas, enquanto esta casa está deserta?» (Ag. 1:4). Aquela geração estava dezesseis anos parada na obra de restauração da casa de Deus, e o profeta lhes diz: «Vocês julgam que é tempo para edificar as suas próprias casas?».

Será que nós usamos o evangelho para armar os nossos próprios projetos de vida? Usamos o evangelho para cumprir os nossos projetos, para criar uma família moralmente aceitável, para um bem espiritual pessoal, mas somos incapazes de tomar a glória do evangelho e sofrer para que chegue a outros aos quais ninguém quer se aproximar hoje.

É tempo para nós de permanecermos na comodidade, ou será que é hora de sair e descobrir que a colheita é grande? Há homens e mulheres à espera de que uma palavra de graça seja dita, de que uma mão de misericórdia seja estendida, para que eles venham à fé do Senhor Jesus.

O desejo por Cristo

O Senhor usará aqueles que têm um discurso de medo que acabam dissuadindo em vez de atrair, ou a quem tem sido recebedor da visão celestial? O chamado é para que nós avivemos o fogo. Senhor, reacende os nossos corações, torna a despertar uma devoção permanente para ti!

 «Uma coisa faço, esquecendo certamente do que fica para trás, e prosseguindo para o que está adiante…» (Flp. 3:13). Aqui há uma riqueza insondável: o próprio desejo por Cristo. Paulo estava tão impregnado pelo evangelho que apesar de estar preso, ele procurava uma medida de participação de Cristo em todas as experiências. Até as penalidades que estava vivendo, as estava sofrendo «em Cristo».

«...sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nele, não tendo como minha justiça a que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; para conhecê-lo, e o poder da sua ressurreição e a e a participação dos seus sofrimentos, conformando-me a ele na sua morte, para ver se de algum modo posso chegar à ressurreição dentre os mortos.» (Flp. 3:8-11).

Até o final dos seus dias, Paulo queria mais de Cristo. Ele teve vitórias e até sofreu hostilidades desde que o conheceu; mas havia uma experiência ainda para conhecer: as dores mais profundas de Cristo. Não só nas alegrias, mas também nos sofrimentos, chegando a ser semelhante a ele em sua morte.

Que coisa maravilhosa! Nós temos essa ambição de conhecer a Cristo mesmo na forma que vamos morrer? Com que morte poderíamos glorificar ao Senhor, se tivermos de morrer?

Tenhamos sempre presente quem é o Senhor, meditando em sua pessoa e em sua obra, e desfrutando dele. Que o nosso coração esteja sensível a sua voz, desejando a Cristo até o dia em que ele retorne, lhe dizendo: «Minha alma não encontrará pleno descanso até o dia em que te veja face a face». Porque ele diz: «Certamente venho em breve», e o nosso coração está sendo despertado para isso. Amém.

Síntese de uma mensagem oral ministrada em El Trébol (Chile, em janeiro de 2019).

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